Esfinge. Coliseu. Exércitos. Enrolação em um tapete. O soldado mais fiel. O político mais poderoso. A mulher mais inteligente.
História. Crítica. Política. Besteiras. Inutilidades. Filosofia. Antropologia. Tudo isso ou não.
Esfinge. Coliseu. Exércitos. Enrolação em um tapete. O soldado mais fiel. O político mais poderoso. A mulher mais inteligente.








Por enquanto, é um bando de crianças ou intelectuais que... Bem... São só intelectuais sem mais aquela militância estudantil das Diretas Já, dos Cara pintada, de bomba na época da ditadura...
A quinta parte de Le Goff e a última de Gourhan, em quem ele se baseia por todo o capítulo, são dedicadas a memória que surge em função da comunicação eletrônica.
No entanto, esse mais um vai ser diferente do outro um, nem que seja por algumas fotos e uma descrição do "quem sou eu" original.
Le Goff foca na construção das identidades nacionais quando chegamos a parte da memória impressa. 



Com o advento da escrita, estudos filológicos são apresentados por Le Goff para com os conceitos de memória desde os gregos até a Idade Moderna.


Com o avanço da comunicação simbólica, é perceptível
Vale ressaltar que esse tipo de documento oficial é e deve ser sempre explorada e re-explorada e talvez além de aumentar o número de tipos de fontes e incentivar historiadores a olharem com outros olhos para os vestígios do passado, é necessária uma releitura histórica dessas estelas, obeliscos, aquedutos, arenas, etc... A História é feita no presente, e muda como o próprio presente.
POSTAGEM EM DIÁLOGO.


História e Memória é um livro escrito por Jacques Le Goff, especialista em história biográfica, Idade Média e em antropologia histórica e medieval, e faz uma análise sobre a memória coletiva através dos tempos.
Le Goff (1924 - ) é a terceira geração da Escola dos Annales, fundada por March Bloch, portanto, ele é a figura máxima viva da História Nova.
Antes de mais nada, é necessário caracterizar o que é memória coletiva que, de uma maneira simples, é a memória que um grupo possui sobre si e sua história. Seus ritos, seu passados, seus heróis, suas transformações.
Portanto, História e Memória são dois temas que se envolvem e se diferenciam. A memória que Le Goff estuda é por ele abordada em sentido de leque: do micro, individual e biológico, ao macro, coletivo e histórico.
O foco do autor é o coletivo-social, no entanto, ele levanta a importância da memória individual: a física (como os efeitos na formação de determinado discurso histórico) e metafórico (em uma comparação com a memória coletiva e suas característica de constante re-interpretação).
Essa comparação metafórica merece uma explicação mais aprofundada: nossa memória individual, toda vez que é buscada é re-lida e re-interpretada, Le Goff acredita que assim também o é com a memória coletiva: toda vez que a população atual busca na memória coletiva algum fato, faz uma releitura do fato, uma interpretação diferente das anteriores, contemporâneas com o fato ou mesmo posteriores a ele.
Para aplicar o caráter didático que o texto tem, vou dividir a resenha como Le Goff divide seu texto, sob o seguinte esquema:
è Introdução (este post)
è A memória oral nos povos sem escrita
è A memória inscrita
è A memória escrita
è A memória impressa
è A memória eletrônica
Eu vou seguir o mesmo esquema, em forma de resenha, explorando o tema mais do que falando do texto em si...
Enjoy it.




Flesh and Stone. Richard Sennet. (Carne e Pedra na versão brasileira)
Quando a gente vai estudar o tempo de Júlio César e o conseqüente império romano, a questão mais explorada é a importância da engenharia romana. 
